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	<title>Comentários em: Censura no doclisboa</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-1135</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2006 17:28:07 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me que, infelizmente, voltámos aos tempos do Intendente da Polícia Pina Manique... Talvez esteja na hora de se começar assinar por Elamno Sadino e começar-se uma nova revolução, a de 74 claramente falhou!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que, infelizmente, voltámos aos tempos do Intendente da Polícia Pina Manique&#8230; Talvez esteja na hora de se começar assinar por Elamno Sadino e começar-se uma nova revolução, a de 74 claramente falhou!!!!!</p>
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		<title>Por: Paulo Costa</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-757</link>
		<dc:creator>Paulo Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 15:33:41 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é um caso de Incompetência e não Censura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é um caso de Incompetência e não Censura.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo Costa</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-423</link>
		<dc:creator>Paulo Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2006 21:14:56 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Joana Amaral Dias

Vivemos numa sociedade democrática e nesse sentido podemos apreciar, falar e criticar tudo o que nos apetecer. Felizmente, podemos dar as nossas opiniões. A palavra censura remete-me para uma interdição e restrição da livre manifestação do pensamento quando se considera que tal pode ameaçar a ordem pública vigente (a histórica paranóia do controle e da segurança). Em relação a este assunto não me parece que seja o sucedido. Pelos vistos, a  apordoc sabia da falta de autorizações que  Leonor Noivo tinha, no entanto quis arriscar em pôr o já famigerado docuymnetário da realizadora no programa. Ora se a empresa de ‘extorsão’ ameaçou a associação do festival em causa e esta resolveu não levar o seu risco até às consequências jurídicas, não lhe parece desadequado o termo que utiliza? 

Parece-me uma crítica com  contornos levianos, que aliás, é um estilo a que estamos habituados vindo de si. Olhe que petulância é muitas vezes sinal de alguma deficiência, e no seu caso parece-me ser a da falta de consistência intelectual. Um estilo agressivo como defesa dá sempre que desconfiar um bocado... Desculpe-me, mas depois de a ler  não posso deixar de lhe dizer o que penso e responder-lhe na mesma medida de combatividade/agressividade que normalmente assume. Pois se faz comentários públicos arrisca-se aos seus feed-backs.

Eu sou espectador do festival, fui ver 3 filmes, e tenho muita pena de não ter visto o de Leonor Noivo, que era um dos que queria assistir e que espero ainda um dia poder vir a fazê-lo. Não sou, neste caso, nem a favor nem contra a apordoc, independentemente desta associação ter sido mais ou menos correcta, parece-me que a sua crítica é algo histriónica e imprudente.

Obrigado e boa tarde.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Joana Amaral Dias</p>
<p>Vivemos numa sociedade democrática e nesse sentido podemos apreciar, falar e criticar tudo o que nos apetecer. Felizmente, podemos dar as nossas opiniões. A palavra censura remete-me para uma interdição e restrição da livre manifestação do pensamento quando se considera que tal pode ameaçar a ordem pública vigente (a histórica paranóia do controle e da segurança). Em relação a este assunto não me parece que seja o sucedido. Pelos vistos, a  apordoc sabia da falta de autorizações que  Leonor Noivo tinha, no entanto quis arriscar em pôr o já famigerado docuymnetário da realizadora no programa. Ora se a empresa de ‘extorsão’ ameaçou a associação do festival em causa e esta resolveu não levar o seu risco até às consequências jurídicas, não lhe parece desadequado o termo que utiliza? </p>
<p>Parece-me uma crítica com  contornos levianos, que aliás, é um estilo a que estamos habituados vindo de si. Olhe que petulância é muitas vezes sinal de alguma deficiência, e no seu caso parece-me ser a da falta de consistência intelectual. Um estilo agressivo como defesa dá sempre que desconfiar um bocado&#8230; Desculpe-me, mas depois de a ler  não posso deixar de lhe dizer o que penso e responder-lhe na mesma medida de combatividade/agressividade que normalmente assume. Pois se faz comentários públicos arrisca-se aos seus feed-backs.</p>
<p>Eu sou espectador do festival, fui ver 3 filmes, e tenho muita pena de não ter visto o de Leonor Noivo, que era um dos que queria assistir e que espero ainda um dia poder vir a fazê-lo. Não sou, neste caso, nem a favor nem contra a apordoc, independentemente desta associação ter sido mais ou menos correcta, parece-me que a sua crítica é algo histriónica e imprudente.</p>
<p>Obrigado e boa tarde.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão dias</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-383</link>
		<dc:creator>joão dias</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Oct 2006 18:06:09 +0000</pubDate>
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		<description>Continuamos a fingir que não percebemos. 
O post de madalena miranda é um exercício demagógico que tem como único objectivo a defesa de um grupo restrito de interesses, a saber, os interesses da apordoc. 
A apordoc defendeu todos os interesses, os seus e o das entidades que a apoiam; mas continuo sem perceber o que fez para apoiar a realizadora.. Afinal quem serve esta associação..? A comunidade dos jovens realizadores que trabalham sem apoios do estado ou privados..?

O post de mm é vergonhoso porque finge não saber que a direcção da apordoc seleccionou o filme para exibição no festival sabendo das condições em que o filme foi rodado, tendo sido a própria realizadora a informar pessoalmente a apordoc sob as condições em que o filme foi rodado.

O post de mm é hipócrita pois afirma - 
&quot;Quero ver um filme que não se fez deixando para trás o essencial de um documentário. O acordo, ou se quiser o consentimento, para o filmar e para o exibir públicamente, daqueles que estão envolvidos nele.&quot;

Novamente.. como é possível a apordoc, ou um dos seus elementos, ter o dislate de vir atacar a integridade da própria realizadora, quando era do conhecimento da apordoc as condições em que o filme foi rodado e da falta de autorizações..? e que, apesar disso, antes de a bronca rebentar a apordoc o manteve na programação..
 
Aguento tudo, menos esta pseudo-seriedade-moralizadora. MM não podia defender a apordoc com um ataque cobarde à integridade da realizadora.

Voltarei a intervir de modo menos tosco à primeira oportunidade.
Prometo também um comentário aos apontamentos que MM fez sobre o texto de Joana A. Dias. Também aí MM  finge não perceber o que está realmente em causa. Até já..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuamos a fingir que não percebemos.<br />
O post de madalena miranda é um exercício demagógico que tem como único objectivo a defesa de um grupo restrito de interesses, a saber, os interesses da apordoc.<br />
A apordoc defendeu todos os interesses, os seus e o das entidades que a apoiam; mas continuo sem perceber o que fez para apoiar a realizadora.. Afinal quem serve esta associação..? A comunidade dos jovens realizadores que trabalham sem apoios do estado ou privados..?</p>
<p>O post de mm é vergonhoso porque finge não saber que a direcção da apordoc seleccionou o filme para exibição no festival sabendo das condições em que o filme foi rodado, tendo sido a própria realizadora a informar pessoalmente a apordoc sob as condições em que o filme foi rodado.</p>
<p>O post de mm é hipócrita pois afirma &#8211;<br />
&#8220;Quero ver um filme que não se fez deixando para trás o essencial de um documentário. O acordo, ou se quiser o consentimento, para o filmar e para o exibir públicamente, daqueles que estão envolvidos nele.&#8221;</p>
<p>Novamente.. como é possível a apordoc, ou um dos seus elementos, ter o dislate de vir atacar a integridade da própria realizadora, quando era do conhecimento da apordoc as condições em que o filme foi rodado e da falta de autorizações..? e que, apesar disso, antes de a bronca rebentar a apordoc o manteve na programação..</p>
<p>Aguento tudo, menos esta pseudo-seriedade-moralizadora. MM não podia defender a apordoc com um ataque cobarde à integridade da realizadora.</p>
<p>Voltarei a intervir de modo menos tosco à primeira oportunidade.<br />
Prometo também um comentário aos apontamentos que MM fez sobre o texto de Joana A. Dias. Também aí MM  finge não perceber o que está realmente em causa. Até já..</p>
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	<item>
		<title>Por: madalena miranda</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-379</link>
		<dc:creator>madalena miranda</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Oct 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description>Se a Joana quer ver o filme &quot;Excursão&quot; da Leonor Noivo, eu também. 
Como espectadora, como realizadora de documentário, como pessoa que sente que pertence a um grupo que gosta de documentário e quer que este género cinematográfico seja cada vez mais visto no nosso país, horizonte para o qual muito contribui o festival docLisboa. 
Mas quero ver um filme que não se fez deixando para trás o essencial de um documentário. O acordo, ou se quiser o consentimento, para o filmar e para o exibir publicamente, daqueles que estão envolvidos nele. Mesmo que sejam empresas que não respeitamos, que consideramos que são extorsionistas em vez de excursionistas.
Gostava ainda de acrescentar que o tom leve e fácil com que fala de censura, transforma um dos mecanismo de controle mais atrozes dos sistemas modernos numa coisa corriqueira e banal, sendo um palavra que atira para a frente sem medir as suas consequências. 
Com o seu currículo político deveria saber que a palavra censura tem um valor histórico demasiado pesado para ser usado desta forma &quot;bitaiteira&quot; e bloguista, mas infelizmente talvez esta escola retórica seja o que mais se aproxima da política que se faz no nosso país actualmente.
Como membro da Apordoc, repito, também farei tudo para que o filme da Leonor seja visto, da melhor forma possível e de pleno direito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a Joana quer ver o filme &#8220;Excursão&#8221; da Leonor Noivo, eu também.<br />
Como espectadora, como realizadora de documentário, como pessoa que sente que pertence a um grupo que gosta de documentário e quer que este género cinematográfico seja cada vez mais visto no nosso país, horizonte para o qual muito contribui o festival docLisboa.<br />
Mas quero ver um filme que não se fez deixando para trás o essencial de um documentário. O acordo, ou se quiser o consentimento, para o filmar e para o exibir publicamente, daqueles que estão envolvidos nele. Mesmo que sejam empresas que não respeitamos, que consideramos que são extorsionistas em vez de excursionistas.<br />
Gostava ainda de acrescentar que o tom leve e fácil com que fala de censura, transforma um dos mecanismo de controle mais atrozes dos sistemas modernos numa coisa corriqueira e banal, sendo um palavra que atira para a frente sem medir as suas consequências.<br />
Com o seu currículo político deveria saber que a palavra censura tem um valor histórico demasiado pesado para ser usado desta forma &#8220;bitaiteira&#8221; e bloguista, mas infelizmente talvez esta escola retórica seja o que mais se aproxima da política que se faz no nosso país actualmente.<br />
Como membro da Apordoc, repito, também farei tudo para que o filme da Leonor seja visto, da melhor forma possível e de pleno direito.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Julia</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-373</link>
		<dc:creator>Julia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 17:31:51 +0000</pubDate>
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		<description>É uma chatice, a censura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma chatice, a censura.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: IRRITAdíssimo</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-366</link>
		<dc:creator>IRRITAdíssimo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 23:39:18 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A censura é inaceitável&quot; mas ontem deixei aqui um comentário perfeitamente urbano que já desapareceu. Faz o que eu digo, não o que eu faço...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A censura é inaceitável&#8221; mas ontem deixei aqui um comentário perfeitamente urbano que já desapareceu. Faz o que eu digo, não o que eu faço&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-365</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 15:33:34 +0000</pubDate>
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		<description>Se a Joana não está de acordo com esta forma de censura, poderia ter aproveitado os seus tempos como deputada para tentar exterminar as leis verdadeiramente celeradas que, no nosso país, protegem o bom-nome e castigam a difamação. Essas leis só servem, de facto, para tapar bocas inconveninetes. E, em Portugal, são ampla e liberalmente utilizadas para castigar quem fala de mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a Joana não está de acordo com esta forma de censura, poderia ter aproveitado os seus tempos como deputada para tentar exterminar as leis verdadeiramente celeradas que, no nosso país, protegem o bom-nome e castigam a difamação. Essas leis só servem, de facto, para tapar bocas inconveninetes. E, em Portugal, são ampla e liberalmente utilizadas para castigar quem fala de mais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno Almeida</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-351</link>
		<dc:creator>Nuno Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2006 17:21:53 +0000</pubDate>
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		<description>Mas porque haveria a apordoc de arcar com as despesas de um processo judicial? Para sustentar a liberdade de expressão da autora? Para que para o ano nem houvesse doclisboa? A autora que esclareça a coisa em tribunal; depois será livre de exibir o seu filme onde quiser.
Confundir prudência e respeito pela lei com censura é prova de má fé.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas porque haveria a apordoc de arcar com as despesas de um processo judicial? Para sustentar a liberdade de expressão da autora? Para que para o ano nem houvesse doclisboa? A autora que esclareça a coisa em tribunal; depois será livre de exibir o seu filme onde quiser.<br />
Confundir prudência e respeito pela lei com censura é prova de má fé.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: hmbf</title>
		<link>http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/comment-page-1/#comment-346</link>
		<dc:creator>hmbf</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2006 14:34:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2006/10/25/censura-no-doclisboa/#comment-346</guid>
		<description>Sem comentários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem comentários.</p>
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