Afinal, há Holocaustos em minúsculas

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A Comissão Europeia, capitaneada pelo revisionista Durão Barroso, manifestou-se contra a criminalização, pelo parlamento francês, daqueles que negam o genocídio de mais de um milhão e quinhentos mil arménios, às mãos das tropas otomanas, durante os anos finais da I Guerra Mundial.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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2 respostas a Afinal, há Holocaustos em minúsculas

  1. É preciso muita paciência… e quantos mortos mais para?

    Até sempre!

  2. nani diz:

    a memória e a educação são as únicas armas preventiva contra um novo começo da barbarie na sociedade. As punições são as nossas únicas armas para aliviar as almas que sobreviveram e que tiveram consciencia dos horrores que assolam o mundo todas as vezes em que certos povos se acham superiores a ponto de negar a humanidade a pessoas de ideais e visões de mundo diferentes.
    Enquanto o mundo não se voltar para a conscientização e para a consciência desses genocídios estaremos sempre a mercê da aparição de um novo povo suprahumano que se darão o direito de limpar a terra da diferença.

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